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sábado, 24 de agosto de 2019

Exemplo de Diferenciação Curricular : NA METODOLOGIA




Conteúdos : Produtos Notáveis

Conceituação:

Quadrado da Diferença de Dois Termos

quadrado da diferença dos dois termos é representado pela seguinte expressão:
(a – b)2 = (a – b) . (a – b)

Logo, ao aplicar a propriedade distributiva temos que:
(a – b)2 = a2 - 2ab + b2

Logo, o quadrado do primeiro termo é subtraído ao dobro do produto do primeiro termo pelo segundo termo e, por fim, somado ao quadrado do segundo termo.


SIMPLIFICANDO PARA O ALUNO:

(a – b)2 - (quadrado da diferença dos dois termos) é igual:

O quadrado do 1º termo

MENOS
2 X o 1º termo 
 X o 2º termo
MAIS
o quadrado do 2º termo

😉😉😉😉😉

COMO FUNCIONA O CÉREBRO DE UM AUTISTA?

Interesses restritos: escolhem um assunto de interesse, que pode ser seu único interesse por muito tempo. Costumam apegar-se a mais às questões factuais do que ao significado. Casos comuns são interesse exacerbado por coleções (dinossauros, carros, etc.) e cálculos. A atenção ao assunto escolhido existe em detrimento a assuntos sociais ou cotidianos; – Presença de habilidades incomuns como cálculos de calendário, memorização de grandes seqüências como mapas de cidades, cálculos matemáticos complexos, ouvido musical absoluto etc; – Interpretação literal, incapacidade para interpretar mentiras, metáforas, ironias, frases com duplo sentido, etc; – Dificuldades no uso do olhar, expressões faciais, gestos e movimentos corporais como comunicação não verbal; – Pensamento concreto; – Dificuldade para entender e expressar emoções; – Falta de autocensura: costumam falar tudo o que pensam; – Apego a rotinas e rituais, dificuldade de adaptação a mudanças e fixação em assuntos específicos; – Atraso no desenvolvimento motor e freqüentes dificuldades na coordenação motora tanto grossa como fina, inclusive na escrita; – Hipersensibilidade sensorial: sensibilidade exacerbada a determinados ruídos, fascinação por objetos luminosos e com música, atração por determinadas texturas etc; – Comportamentos estranhos de auto-estimulação; – Dificuldades em generalizar o aprendizado; – Dificuldades na organização e planejamento da execução de tarefas. Na Sídrome de Asperger, algumas coisas são aprendidas na idade “própria”, outras cedo demais, enquanto outras somente serão entendidas muito mais tarde ou somente quando ensinadas. Alguns pesquisadores acreditam que Síndrome de Asperger seja a mesma coisa que autismo de alto funcionamento, isto é, com inteligência preservada. Outros acreditam que no autismo de alto funcionamento há atraso na aquisição da fala, e na Síndrome de Asperger, não. Muitas pessoas acreditam que a importância da diferenciação entre Síndrome de Asperger e Autismo de Alto Funcionamento seja mais de cunho jurídico do que propriamente para escolhas relacionadas ao tratamento.
Visite: https://pedagogiaaopedaletra.com/o-aluno-autista-e-o-processo-de-aprendizagem/

A educação do autista é dificultada pela dificuldade de sociabilização, que faz com que o autista tenha uma consciência pobre da outra pessoa e é responsável, em muitos casos, pela falta ou diminuição da capacidade de imitar, que uns dos pré-requisitos cruciais para o aprendizado, e também pela dificuldade de se colocar no lugar de outro e de compreender os fatos a partir da perspectiva do outro.

A organização é difícil para alunos com autismo. Requer uma compreensão do se quer fazer e um plano para a execução. Estas exigências são suficientemente complexas, inter-relacionadas e abstratas para apresentar obstáculos incríveis para alunos com autismo. Quando fica cara a cara com demandas organizacionais complexas, eles ficam freqüentemente imobilizados e muitas vezes nunca não são capazes de executar as tarefas pedidas.desenvolvimento de hábitos sistemáticos e rotinas de trabalho tem sido uma estratégia eficaz para minimizar estas dificuldades organizacionais.
As dificuldades organizacionais são minimizadas também com as listas de verificação, programações e instruções visuais mostrando concretamente aos alunos autistas o que foi completado, o que precisa ser terminado e como prosseguir.
A seqüenciação é outra área de dificuldade. Estes alunos freqüentemente não podem se lembram da ordem precisa das tarefas, porque se atém de forma concreta a detalhes específicos e nem sempre vêem relação entre elas. Porque as seqüências implicam nestas relações, são freqüentemente desconsideradas.

As rotinas consistentes de trabalho e as instruções visuais compensam essas dificuldades. As instruções visuais podem destacar seqüências de eventos e fazer com que os alunos autistas se lembrem da ordem adequada a seguir. A figura visual permanece atual e concreta, ajudando o aluno seguir a seqüência desejada. O estabelecimento de hábitos sistemáticos de trabalho é também útil;

As dificuldades com generalização são bem conhecidas no autismo e têm implicações importantes para práticas educacionais. Os alunos com autismo freqüentemente não podem aplicar o que aprenderam em uma situação específica a ambientes/contextos semelhantes. A generalização adequada requer uma compreensão dos princípios fundamentais nas seqüências aprendidas e nas maneiras sutis pelas quais elas são aplicáveis a outras situações. Atendo-se a detalhes específicos, os alunos com autismo freqüentemente perdem esses princípios centrais e suas aplicações.
O uso de abordagens semelhantes e a ênfase em habilidades semelhantes são as maneiras pelas quais os pais e os profissionais podem colaborar para melhorar as habilidades da generalização das habilidades de seus alunos.

Dentro da sala de aula há situações psíquicas significativas, nas quais os professores podem atuar tanto beneficamente quanto, consciente ou inconscientemente, agravando condições emocionais problemáticas dos alunos. Por exemplo, as crianças autistas não compreendem como se estabelecem as relações de amizade. Algumas não têm amigos, enquanto outras pensam que todos em sua sala de aula são seus amigos. Os alunos podem trazer consigo um conjunto de situações emocionais intrínsecas ou extrínsecas, ou seja, podem trazer para escola alguns problemas de sua própria constituição emocional (ou personalidade) e, extrinsecamente, podem apresentar as conseqüências emocionais de suas vivências sociais e familiares.Um aluno autista pode ter a habilidade extraordinária de estabelecer relações espaciais ou de entender conceitos numéricos, mas ser incapaz de usar estes pontos fortes por causa das limitações organizacionais e de comunicação. São necessários professores com habilidade e com experiência, em ensinar na presença destes pontos fortes e fracos tão singulares.

COMO TRABALHAR A LINGUAGEM COM ALUNOS AUTISTAS


O que é linguagem?
A linguagem é a forma, o meio, o mecanismo o qual nos comunicamos. Ela requer diversas maneiras que as pessoas usam para estabelecer a comunicação. A nossa linguagem é estruturada em cinco grandes eixos, a saber:

Linguagem lexical: formação da palavra;Linguagem morfossintática: relação entre as palavras;Linguagem fonológica: os sons das letras que formam as palavras;Linguagem pragmática: sentido contextual das palavras;Linguagem semântica: significado que a palavra tem e como ela se assume no contexto.

A linguagem, dentro do Autismo, apresenta algumas peculiaridades que são importantes que a escola tenha conhecimento para entender o comportamento, e como o autista se comunica, recebe ou transmite informações.

Particularidades:

Veja as características das pessoas com Asperger em cada tipo de linguagem.

Linguagem morfossintática: conhece muito bem as regras gramaticais. Além disso, a pessoa com Asperger sabe como organizar a sequência; ela adota utilização repetitiva e fora do contexto (uso de palavras muito rebuscadas para a idade). Há que se notar, porém, que esses alunos nem sempre sabem adequar as palavras que sejam condizentes com o momento.

Linguagem fonológica: eles conseguem imitar sons de letra, identificar sons isolados. A dificuldade está na utilização dos sons e letras para dar a devida entonação nas palavras e a prosódia para a fala. O Asperger fala de forma mecânica.
Linguagem semântica: uso de palavras sofisticadas, renomadas e requintadas. A dificuldade está no uso de vocábulos de maneira informal, ou seja, termos e apelidos. A repetição também é uma característica desse aspecto. Palavras que denotam tempo, abstração e espaço são os maiores obstáculos para o domínio de fala pela pessoa com o transtorno.

Linguagem pragmática: pessoas com Asperger têm dificuldade muito séria em usar palavras de significado implícito, figurativas, metáforas e com ironia e humor etc. Muitas delas, quando chegam a um ambiente, tendem a se retrair.

A ambiguidade também é um problema .Ambiguidade ou anfibologia é o nome dado, dentro da linguística na língua portuguesa, à duplicidade de sentidos, onde alguns termos, expressões, sentenças apresentam mais de uma acepção ou entendimento possível. Em outras palavras, ocorre quando, por falta de clareza, há duplicidade de sentido da frase
O uso da ambiguidade pode resultar na má interpretação da mensagem, ocasionando múltiplos sentidos.
É importante sempre lembrar, ao trabalhar com alunos autistas que toda comunicação estabelece uma finalidade, uma intenção para com o interlocutor, e para que isso ocorra, a mensagem tem de estar coerente. Portanto, com o autista , é preferível uma linguagem mais objetiva, com vocábulos ou expressões claras, precisas e que sejam mais adequadas às finalidades requeridas.
Ao trabalhar com palavras sinônimas , que possuem duas ou mais palavras que tem um significado semelhante ou o mesmo significado, deve-se explicar muito bem o conceito
com muitos exemplos e contextualizações com o aluno Também, recomenda-se explicar que alguns sinônimos são absolutamente iguais como “oco” e “vazio”, mas não são muito frequentes e a maioria é apenas semelhante, como é o caso de “bonito” e “lindo”
Exemplos:
casa / lar / moradia / residência
longe / distante

Importante também, com os alunos do 8º e 9º anos autistas trabalhar de forma bem dinâmica:
- a Polissemia é um conceito da área da linguística com origem no termo grego polysemos, que significa "algo que tem muitos significados". Uma palavra polissêmica é uma palavra que reúne vários significados.
A palavra "vela" é um dos exemplos de polissemia. Ela pode significar a vela de um barco; a vela feita de cera que serve para iluminar ou pode ser a conjugação do verbo velar, que significa estar vigilante.

_ as Palavras homônimas - duas ou mais palavras apresentam a mesma grafia e a mesma pronúncia, mas possuem significados diferentes.
Exs.: Agora vou colocar "extrato" de tomate, para a carne.
Agora tenho que ir ao banco pegar o "extrato".
A "manga" da blusa era azul.
A minha fruta preferida é a "manga".
- E os Parônimos, que são palavras diferentes no sentido, mas com muita semelhança na escrita e na pronúncia.
Exemplos :
Infligir / infrigir
Retificar / ratificar


Como sugestão , trazemos a aula disponibilizada em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24070 , que trata do assunto.


Os autistas possuem dificuldades em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal. Isto inclui gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.
Também possuem rigidez e inflexibilidade e se estendem às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Podem ser exemplificadas por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensões literais da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.
.
Assim, alguns autistas com problemas mais significativos de linguagem pode pronunciar palavras perfeitamente, mas não ser capaz de construir frases complexas. Consegue se comunicar, ainda que de forma simplificada e restritiva (com sentenças bem curtas, por exemplo).

Alguns deles, diferentemente, tiveram atraso na fala, mas conseguiram desenvolvimento fluente da linguagem verbal antes do cinco anos, mas mesmo assim, apresentam a linguagem pedante e rebuscada, Ecolalia ou repetição de palavras ou frases ouvidas de outros, Voz pouco emotiva e sem entonação.

Sugestões de atividades para trabalhar estes conteúdos com alunos autistas.

Auto ditado: é a atividade em que o aluno escreve a partir de uma figura, esse tipo de atividade Trabalha a coordenação auditiva motora da criança e auxilia na fixação da grafia por parte da criança.É de suma importância por que quanto mais o aluno escreve e tentar nomear objetos, mais ela pensa, elabora hipóteses de escrita, aumenta o vocabulário e compreende as diferentes significações que a palavra apresenta, seus sentidos diante do contexto apresentado. Também desenvolve a concentração e a ortografia dos alunos e ainda pode servir de ferramenta para a construção de textos.

Professor, a atividade do ditado tem mais relevância quando se relaciona com algum tema que está sendo trabalhado por você. Por exemplo: se estiver trabalhando com animais em Ciências, faça o ditado com os nomes dos animais. Certamente o desempenho deles será melhor com o texto trabalhado previamente. Os ditados podem ser também direcionados para um foco específico: palavras com NH ou LH, SS, RR ou outra particularidade, em que o aluno apresenta dificuldade

Professor, para aplicar a atividade do ditado, ele deve ser bem preparado. A preparação é a parte que deve preceder a atividade. Consiste na escolha de palavras e ou de trechos de boa linguagem, que transmita: conhecimentos, regras, conceitos, dificuldades dos alunos , palavras com dulplo sentido,dentre outros. Destacamos que cada palavras escrita pelo aluno e que ele demonstre dúvida , o professor deve exemplificar,
A execução propriamente dita é a leitura uma a uma, do trecho escolhido, com voz pausada e inflexões corretas. As palavras devem ser bem articuladas, especialmente as letras finais.
Professor, a atividade do ditado tem mais relevância quando se relaciona com algum tema que está sendo trabalhado por você. Faça o teste: proponha um ditado sem ter trabalhado o tema anteriormente. Em seguida, trabalhe um tema relacionado com algum texto que utilizou ou mesmo com conteúdos ligados a diferentes áreas que esteja trabalhando, por exemplo: se estiver trabalhando com animais em Ciências, faça o ditado com os nomes dos animais. Certamente o desempenho deles será melhor com o texto trabalhado previamente.
Professor, os ditados devem ser direcionados para um foco específico: palavras com NH ou LH, SS, RR ou outra particularidade, conforme o exemplo abaixo que focou o uso do NH e do LH.

SUGESTÕES:
Leve uma caixa para a sala de aula com vários objetos dentro dela, brinquedos, por exemplo: peteca, bola, boneca, carrinho, dado, dentre outros. À medida que tirar os objetos da caixa, marque 30 segundos e solicite que seus alunos escrevam o nome do referido objeto em seus cadernos, eles devem visualizar, mas não podem falar em voz alta, apenas pensar no nome do objeto e escrever. Depois, solicite que façam a autocorreção, para isso escreva na lousa para que observem a forma que escreveram e confrontem com a escrita convencional.

Formular hipóteses sobre a escrita;
·         Realizar diferentes ditados;
·         Escrever novas palavras;
·         Produzir textos;
·         Fazer uso das regras ortográficas;
·         Ampliar o vocabulário e as possibilidades de escrita;
·         Respeitar diferentes pontos de vista, que as pessoas possuem sobre o assunto;
·         Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos;

Como cada criança com autismo processa a informação e quais são as melhores estratégias de ensino devido à singularidade de seus pontos fortes, interesses e habilidades em potencial?Visite: https://pedagogiaaopedaletra.com/o-aluno-autista-e-o-processo-de-aprendizagem/

Visite: 
https://pedagogiaaopedaletra.com/o-aluno-autista-e-o-processo-de-aprendizagem/

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https://pedagogiaaopedaletra.com/o-aluno-autista-e-o-processo-de-aprendizagem/

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https://pedagogiaaopedaletra.com/o-aluno-autista-e-o-processo-de-aprendizagem/

Autoditado:
Fonte: Sitio “Atividades para colorir”. Disponível em: <http://www.atividadesparacolorir.com.br/2010/10/atividades-de-auto-ditado.html >. Acesso em:
06 de set. 2013.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=52090







Sugestões para pais e professores que convivem com a criança de baixa visão na idade escolar:



- Ensine a criança e o jovem sobre sua deficiência e sobre o que eles podem ver ou não poder ver bem (muitas crianças não têm consciência disso).
- Os alunos com baixa visão deverão trabalhar olhando para os objetos e para as pessoas (algumas crianças apresentam comportamento de cegos, olham para o vazio. Peça para que “olhe” o objeto ou pessoa em questão).
- Ajude-o a desenvolver comportamentos e habilidades para participar de brincadeiras e recreações junto com os colegas, facilitando o processo de socialização e inclusão.
- Oriente o uso de contraste claro e escuro entre os objetos e seu fundo.
- Estimule o aluno a olhar para aspectos como cor, forma e encoraje-o a tocar nos objetos enquanto olha.
- Lembre-se que o uso prolongado da baixa visão pode causar fadiga.
- Seja realista nas expectativas do desempenho visual do estudante, encorajando-o sempre ao progresso.
- Encoraje a coordenação de movimentos com a visão, principalmente das mãos.
- Oriente o estudante a procurar recursos como o computador pois, ele se cansará menos e aumentará sua independência.· Pense nos estudantes com baixa visão como pessoas que vêem.
- Use as palavras “olhe” e “veja” livremente.
- Esteja ciente da diferença entre nunca ter tido boa visão e tê-la perdido após algum tempo.
- Compreenda que o sentido da visão funciona melhor em conjunto com os outros sentidos.
- Aprenda a ignorar os comentários negativos sobre as pessoas com baixa visão.· Dê-lhe tempo para olhar os livros e revistas, chamando a atenção para os objetos familiares. Peça-lhes para descrever o que vê.
- Torne o “olhar” e “ver” uma situação agradável, sem pressionar.
OBS: Deve-se evitar fazer tudo pela criança com baixa visão para que ela não se canse ou se machuque. Ela deve ser responsável pelas próprias ações.
RECURSOS NÃO ÓPTICOS PARA BAIXA VISÃO
Os recursos não ópticos são aqueles que melhoram a função visual sem o auxílio de lentes ou promovem a melhoria das condições ambientais ou posturais para a realização das tarefas (podem ser efetuados pelo professor). (K.José et al). Os meios para que se consiga esta melhora são:
- Trazer o objeto mais próximo do olho, o que aumenta o tamanho da imagem percebida (ou seja, deixe a criança aproximar o objeto do rosto ou aproximar-se para observar algo, como por exemplo, a lousa ou a TV);
- Aumentar o tamanho do objeto para que ele seja percebido.
CARACTERÍSTICAS DE MATERIAL IMPRESSO PARA BAIXA VISÃO
- Desenhos sem muitos detalhes (muitos detalhes confundem);
- Uso de maiúsculas;
- Usar o tipo (letra) Arial;
- Tamanho de letra em torno de 20 a 24 (ou seja, ampliada);
- Usar entrelinhas e espaços;
- Cor do papel e tinta (contraste).
FORMAS DE AMPLIAÇÃO
- Fotocopiadora;
- Computador;
- Ampliação à mão: é a mais utilizada e deve seguir requisitos como tamanho, espaços regulares, contraste, clareza e uniformidade dos caracteres.
MATERIAIS
- Lápis 6B e/ou caneta hidrográfica preta;
- Cadernos com pautas ampliadas ou reforçadas;
- Suporte para livros;
- Guia para leitura;
- Luminária com braços ajustáveis.
MAIS SUGESTÕES:
Nos CAPES pode ser encontrado o caderno com pauta ampliada (mais larga) para alunos com baixa visão; mas também pode ser confeccionado utilizando o próprio caderno do aluno riscando com uma caneta hidrocor preta uma linha sim, outra não. Como normalmente os cadernos encontrados hoje em dia as linhas são claras, não haverá problema pois, normalmente o aluno não consegue enxergar as linhas mais clara somente as mais escuras e ele poderá escrever no espaço entre elas (no caso utilizando 2 linhas).

DISLEXIA: IDENTIFICAÇÃO



DISLEXIA Transtorno específico da aprendizagem na leitura e/ou escrita e/ou na matemática:

 Manifesta-se em 3 níveis: leve, moderado e grave. No nível grave constitui um transtorno que acompanha o indivíduo por toda a vida.

• Incidência : 15%

 Os alunos não conseguem perceber, não utilizam de mecanismos ou não desenvolvem estes mecanismos que permitem a percepção das unidades de palavras, ou frases;
• Apresenta-se em diversos graus;
• Atinge a capacidade de leitura, escrita, cálculo,etc;
• Desenvolvem problemas de adaptação ”, Leitura: transtorno no reconhecimento de palavras (precisão e velocidade) e compreensão leitora. Escrita: transtorno em escrever ortograficamente e de produzir textos.
• Demora para aprender a falar, a fazer laço nos sapatos, a reconhecer as horas, a pegar e chutar bola, a pular corda;
• Pode ter dificuldades para: escrever números e letras, ordenar as letras do alfabeto,meses do ano, sílabas de palavras compridas;
• Faz uso do concreto nos cálculos;
• Dificuldade incomum na tabuada;
• Leitura mais lenta do que o esperado para sua idade;
• Demora para fazer as quatro operações;
• Auto estima baixa;
• Confunde-se com datas, recados,horários;
• Atrapalha-se em falar palavras longas;
• Dificuldades em redações; agitação, inquietude TRANSTORNOS de memória e seqüência. Dificuldades:
• apropriação de conceitos básicos (dia, mês, ano, localização no espaço,cores, formas, etc) Orientação Direita e Esquerda e Espacial
Dificuldade de: • conhecimento das partes do corpo • se localizar no espaço • orientação da escrita e leitura • montagem e execução das operações Distúrbio topográfico
• Dificuldades em entender gráficos, mapas, globos, maquetes;
• Não tem noção de espaço apropriada


Orientação Temporal Dificuldade de:
• Noções de antes, depois, ontem, amanhã, primeiro e último, seqüência de dias da semana, meses e ano. Distúrbio de Padrão Motor
• Coordenação motora fina
• Controlar lápis
• Coordenação motora global estática Problemas Procurando indicadores precoces

● Pré-escola – apresentar histórico familiar de dislexia, lentidão em leitura e soletração fraca em outros membros da família – ser ambidestro, ou escrever com a mão esquerda, ou lentidão em definir uma das mãos – apresentar andar tardio e ser desastrado – não ser capaz de perceber ou produzir rimas – ter linguagem verbal imatura e pronúncia pobre

● Entre 5 e 8 anos – ter dificuldade para aprender o alfabeto, ou em reproduzir os sons que as letras representam – ter dificuldade em juntar sons para formar palavras

● Outros sinais irrestritos a uma idade específica – fazer confusão entre esquerda e direita – apresentar atraso na aprendizagem de dizer as horas e confusão na orientação temporal e espacial – sentir dificuldades em seguir várias instruções verbais dadas rapidamente uma após a outra. Erros comuns na leitura e ortografia • Confusões auditivas, menino↔ mininu dado ↔ tato Confusões entre letras visualmente semelhantes: b ↔ d p ↔ q n ↔ u m ↔ n f ↔ t e ↔ a

• Inversões entre as letras e, menos frequentemente, entre sílabas ou palavras: pai ↔ pia maus ↔ suam pata ↔ tapa sai ↔ ias 4-
• Adição de letras, sílabas ou prefixos/sufixos: pata → prata sapo → sapeu feliz → infeliz Substituição de palavras ele viu um carro → ele viu uma cadeira Leitura lenta e hesitante Seguir o texto com o dedo Perdendo o fio constantemente – seja omitindo passagens inteiras ou tendo que ler a mesma passagem duas vezes Leitura em voz alta sempre com hesitação e, às vezes, palavra por palavra, sem mudar a entoação Leitura de palavras incorretamente quando elas já são familiares no vocabulário falado

Leitura exclusivamente no tempo presente quando o texto está no passado Adivinhar palavras – façam ou não sentido Ignorar a pontuação. (infrassegmentação) → dividir uma palavra em duas (supersegmentação)
→ ESCRITA INCONSISTENTE: Exemplo de escrita inconsistente: a mesma palavra está ortografada de forma diferente no mesmo parágrafo ou trecho Exemplo de escrita fonética (escrever palavras foneticamente como elas são pronunciadas): [Difícil]

→ Escrita Espelhada, por exemplo, da direita para a esquerda, A pontuação Para alunos com dislexia de todas as idades, a pontuação frequentemente apresenta um grande desafio, por exemplo, não usar uma letra maiúscula no início da frase e um ponto final no final da mesma.

  Crianças com dislexia podem saber sobre a finalidade dos pontos de interrogação, pontos de exclamação, aspas e parênteses, mas raramente conseguem usá-los corretamente em um texto. testes informais Os testes indicam possíveis dificuldades nos seguintes domínios: - consciência fonológica consciência do fato de que frases e palavras faladas podem ser analisadas em unidades fonológicas menores que a palavra; - leitura e soletração de palavras regulares, - compreensão de texto; nomeação rápida, assim como memória de curto prazo auditiva e visual.