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quarta-feira, 29 de abril de 2020

TDAH e EAD em tempos de Covid 19





A educação  sendo ofertada pela ead no estado do Paraná  tem sido uma solução para garantir a carga horária e os dias letivos do aluno nesta situação de pandemia  covid 19 . Os alunos “ditos normais” estão  se esforçando , eles não possuem nenhum transtorno, nenhuma disfunção neurológica , nenhuma ou quase nenhuma limitação sensorial ( com exceção da baixa acuidade visual  ou perda auditiva - que se resolvem com recursos ópticos ou aparelho auditivo)e mesmo assim estão tendo dificuldades em acessar aplicativos e realizar atividades online.
Queria  fazer uma reflexão aqui em relação aos alunos que possuem  Tdah e apresentar a vocês as dificuldades que estes alunos estão tendo , além das já citadas, nesta situação:

Primeiro, os alunos com Tdah não conseguem ficar vários minutos em uma atividade que exige atenção sustentada, não conseguem, por isso, assistir às aulas em vídeo até o final;
  • - Na sala de aula presencial quando não entendem eles perguntam ao professor e quando não perguntam por medo ou vergonha, outro aluno geralmente pergunta. E o professor acaba tirando suas dúvidas ao responder o questionamento do colega.
  • - Em ead,  ele tem que assistir a aula toda primeiro para depois questionar o professor sobre sua dúvida, o que dificilmente vai acontecer devido a dificuldade dele conseguir assistir a aula completa.
  • - Muitos destes alunos têm dificuldades na memorização, além de falhas na organização, planejamento, por este motivo não vão conseguir elencar suas dúvidas por prioridades, sequências de  recebimento e envio, sequência de entrega, não vão conseguir planejar e cumprir prazos, nem  realizar agendamento, muito menos planejamento em relação às resoluções das tarefas.
  • - O aluno com Tdah necessita ser estimulado, cobrado e necessita de uma rotina que na educação em ead,  precisa ser organizada  pelo próprio aluno,  infelizmente o transtorno limita essa capacidade.
  • - Em ead o aluno precisa ser autodidata, ter interesse em aprender, o que dificilmente o Tdah possui,  já que as disciplinas escolares fogem do seu interesse , e para ele são difíceis e chatas.
  • - O aluno que possui Tdah necessita de mediação individual, atendendo suas individualidades e especificidades, o ensino deve ser organizado com estratégias diferenciadas, de acordo com suas necessidades o que é difícil em ead,  já que atividades são elaboradas pensando-se no coletivo escolar.
  • - Aluno com Tdah necessita  de ambiente propício ao aprendizado, com poucos ruídos, sem muitos estímulos sensoriais,  para elevar o grau de atenção do aluno, o que é impossível em casa, pois o que mais têm  no ambiente familiar são estímulos exacerbados: cor, vozes, pessoas entrando no ambiente, som ligado, cachorro latindo, etc.
  • - O ideal são os modelos de aulas entusiasmadas conversando, chamando o aluno para a aula,  com repetições de explicações, explicações diretas, claras,  ditas com ênfase, com expressões  faciais, olhando-se no olho do aluno, possibilitando a sua participação; o que na educação em ead é impossível, já que as aulas são gravadas.
  • - Tarefas passivas ou pouco interessantes para o Tdah devem ser  intercaladas com tarefas ativas ou de grande interesse, favorecendo a atenção e a concentração;  neste caso, em ead, as tarefas são iguais para todos os alunos, portanto não são elaboradas de acordo com os interesses individuais de cada aluno.
  • Recomenda-se como estratégia interessante no trabalho pedagógico ao aluno com tdah,  dar tarefas curtas, limitar a quantidade de tarefas, priorizando as questões importantes e as modificando, de modo que facilite a compreensão do aluno, dar um tempo maior para a entrega dos trabalhos. Em ead, as  tarefas tem o mesma prazo de entrega e não há  diferenciação para o aluno com transtorno.
  • - Com o aluno Tdah, o professor deve aceitar formas opcionais de mostrar o conhecimento, como respostas orais, desenhos representativos, etc., o que não é possível em ead, pois o aluno precisa apresentar respostas por escrito (na maioria das vezes através de formulários).
  • - Em explicações para uma tarefa ou sobre um conteúdo, deve–se estabelecer um contato visual com o aluno, chamá-la nominalmente, para  ele não se distrair enquanto é dada a orientação; isso não é possível através da ead.
  • - O professor deve apresentar ao aluno a ideia central  do assunto explicitamente ao início da explicação até que apareça a informação essencial; Incentivar, durante as explicações, a geração de estratégias de categorização e de formação de imagens mentais dos conceitos; será que na educação a distância acontece isso?
  • E isso: Realizar pausas periódicas durante as explicações, para que disponham de tempo para assimilar a informação (pausas de dois minutos, para uma explicação de aproximadamente 20 minutos)?
  • Poderia enumerar outras várias atitudes pedagógicas que não recrimino na educação a distância, mas que considero serem ineficazes a alunos com Tdah. Vou citar só mais uma:
  • - Utilizar sinais não verbais (gestos cujo significado somente seja conhecido pelo aluno e o professor), de modo a redirecionar sua atenção durante a explicação. Digam-me como o professor da ead será capaz de realizar esta ação se ele nem conhece  virtualmente o aluno que assiste suas aulas?
  • Com tudo isso,  mesmo com o professor especializado colaborando neste processo ensino aprendizagem, não se conseguirá resultados tão satisfatórios, visto que a grande maioria das ações citadas necessitam do professor em contato físico com o aluno para serem exitosas.
  • Não culpo nenhuma mantenedora, nenhuma instituição de ensino, nenhum ato político, nenhuma liderança, nem postura pedagógica, porque sei que todo o proposto foi necessário devido às circunstâncias e o propósito muito bem intencionado.
  • Apenas apresento opinião sobre o processo de inclusão dos alunos com Tdah , que foi fortemente abalado. E desejo ardentemente estar equivocada no exposto nestas proposições e ao fim desta pandemia, eu possa descubrir que me precipitei no julgamento, que a ead deu condições de aprendizagem a todos os alunos, sem distinção   finalmente eu redescubra a ead como estratégia pedagógica promissora  e eficiente no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, em específico ao aluno com Tdah. Realmente é o que desejo fervorosamente!!!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Para disgráficos e autistas : Dicas de como trabalhar para melhorar a letra, tornar a letra legível



1- Escolha a melhor caneta e um bom espaço;
2 Escreva no ar, na vertical ;
3- Treine bastante, muito mesmo;
4- Comece praticando com círculos. 
5-Busque o domínio de movimentos e formas : segure a caneta ou o lápis levemente e procure fazer os traços percebendo que deve conduzir com o braço os movimentos da mão. Em um caderno pautado, faça traços verticais sequencialmente enchendo as linhas pautadas: na vertical e inclinados para um lado e para o outro em outras séries. Tente manter a retidão dos traços e a distâncias entre eles. Faça o mesmo com sequências de círculos (como molas) para ganhar domínio do movimento. Esses exercícios ajudam a domar os traços retos e curvos que formam as letras. Alguns sites sugerem que você, além disso, comece a escrever já as letras no papel em tamanho maior, e ir diminuindo até o tamanho usual da sua letra.




6 - Treino divertido com pangramas . Escreva várias vezes 
A rápida raposa marrom pula sobre o cachorro preguiçoso).
Blitz prende ex-vesgo com cheque fajuto
Um pequeno jabuti xereta viu dez cegonhas felizes. (42 letras)
Zebras caolhas de Java querem passar fax para moças gigantes de New York. (60 letras)
Gazeta publica hoje no jornal uma breve nota de faxina na quermesse. (56 letras)

7- Deixe a página em um ângulo entre 30 e 45 graus em relação ao seu corpo. Use uma mesa de altura adequada .Tenha uma boa postura e o jeito certo de segurar a caneta.

8-Alongue as mãos antes de começar a praticar a escrita .
Exemplos de exercícios:
-Feche a mão com a qual você vai escrever. Evite apertar demais. Procure manter essa posição por trinta segundos. Em seguida, abra e estique os dedos por trinta segundos. Repita esse alongamento de 4 a 5 vezes.
-Dobre os dedos para baixo para que a ponta de cada um toque a sua base (a parte onde o dedo e a palma se juntam). Mantenha a posição por 30 segundos e, em seguida, solte. Repita de 4 a 5 vezes;
-Coloque a mão com a palma virada para baixo sobre a mesa. Levante e alongue cada dedo para cima, um de cada vez. Em seguida, abaixe o mesmo. Repita de oito a dez vezes.

9-Fazendo letras de forma bonitas

É preciso ter um bom controle sobre a mão. Muita gente segura a caneta com força demais em uma tentativa de controlar melhor o traçado. Mas o resultado é uma letra desleixada e dores nas mãos. Não caia nessa mesma armadilha. Deixe a caneta “repousar” em sua mão.

    • Coloque o dedo indicador na parte de cima da caneta a cerca de 2,5 cm de distância da ponta.
    • Use o polegar para apoiar a lateral da caneta.
    • A parte de baixo da caneta deve apoiar-se sobre a lateral do seu dedo médio.
    • Deixe seus dedos anular e mínimo em uma posição em que possam ficar naturalmente relaxados.

10-Espaçamento 
Depois de escrever um parágrafo, analise os espaçamentos. É ideal que entre cada palavra caiba a letra “o”, 

11- Pratique o alfabeto todo pelo menos três vezes por dia.
  • Procure fazer um traçado uniforme e consistente. Por exemplo, todas as letras "a" devem ser iguais, e todas as letras "t" e “l” precisam apresentar a mesma inclinação.
  • A base de cada letra deve estar tocando a linha de baixo 
12- Pratique a versão maiúscula e a minúscula de cada letra do alfabeto. Confira se você está conseguindo manter o traçado uniforme para cada uma delas.
  • Para começar, pratique cada letra isoladamente. Preencha uma linha com dez As maiúsculos. Em seguida, outra linha com dez As minúsculos. Continue com a letra B, C, D, etc. Nesse ponto, procure deixar cada letra isolada, sem emendar uma na outra.
  • Mas lembre-se de que, na escrita cursiva, as letras se juntam em uma mesma palavra. Ou seja, depois de pegar o jeitinho praticando uma por uma, procure começar a emendá-las.
13-Aperfeiçoe as conexões entre diferentes letras é importante ser capaz de ligar quaisquer dois caracteres naturalmente, sem ter que se preocupar muito com o resultado final. Para praticar, siga padrões variados do alfabeto e alterne-os todos os dias para evitar a mesmice.
De frente para trás, em direção ao centro: a-z-b-y-c-x-d-w-e-v-f-u-g-t-h-s-i-r-j-q-k-p-l-o-m-n.
    • De trás para a frente, em direção ao centro: z-a-y-b-x-c-w-d-v-e-u-f-t-g-s-h-r-i-q-j-p-k-o-l-n-m.
    • De frente para trás pulando uma letra: a-c-e-g-i-k-m-o-q-s-u-w-y; b-d-f-h-j-l-n-p-r-t-v-x-z.
    • De trás para a frente pulando duas letras e sempre deixando um espaço no final: z-w-t-q-m-k-h-e-b; y-v-s-p-m-j-g-d-a; x-u-r-o-l-i-f-c.
    • E assim por diante. Crie o maior número de padrões diferentes que puder imaginar. O objetivo é concentrar-se nas junções entre as letras.
    • A vantagem deste exercício é que, como você não está trabalhando com palavras, é muito mais difícil cair na tentação de escrever com pressa. Ao ser obrigado a fazer letra por letra, você tem que dedicar certo cuidado e capricho para cada uma delas.
14-Hora de escrever frases e parágrafos. Assim como você fez com a escrita de forma, é preciso avançar na dificuldade dos exercícios. Depois de dominar o traçado para letras individuais, parta para a prática de grupos de palavras.

Outras Dicas:
  • Não se incline enquanto estiver escrevendo. Por exemplo, se você ficar mais para a esquerda, notará uma inclinação excessiva na caligrafia. Para evitar esse problema, sente-se com a coluna reta e use um lápis com a ponta bem afiada.
  • Não tenha pressa. Evite ficar se comparando com o amigo que já terminou. Continue praticando até dominar a técnica necessária.
  • Em vez de ficar se criticando, concentre-se no progresso conquistado dia após dia.
  • Depois de escrever um parágrafo, pare para avaliar o seu trabalho. Se ele estiver legível, organizado e fácil de ler, continue escrevendo assim. Caso contrário, procure pensar sobre o que você pode fazer para melhorar.
  • Se você não sentir vontade de escrever o alfabeto inteiro, pratique palavras aleatórias, tais como o seu nome, seus pratos preferidos, etc.
  • Comece praticando com um papel que contenha pautas mais espaçadas. Desta forma, fica mais fácil observar detalhes das letras e manter o tamanho das mesmas uniforme. Você pode passar a usar pautas menores conforme for progredindo.





segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Projeto: Vamos conhecer o autismo?



Tema : Espectro do Autismo e a Inclusão educacional no ensino regular
Professor: ............
Disciplina: História
Turma : 9º C manhã
Duração: 3 aulas de 50 minutos

Justificativa:
Sabendo-se que na turma está inserida uma aluna que possui Espectro do Autismo, esse projeto vem subsidiar teoricamente o trabalho pedagógico da disciplina de História e também aos alunos que através do conhecimento adquirido terão maior consciência da importância do respeito e cooperação para que a aluna se sinta acolhida e com condições afetivas favoráveis à aprendizagem e consequentemente, à inclusão educacional.
Nos dias atuais, todos os ambientes devem trabalhar com a inclusão, principalmente no ambiente escolar, pois é no mesmo, que o aluno é preparado para viver em sociedade. A inclusão é muito mais que inserir, matricular-se na escola.
A inclusão precisa acompanhar uma preparação tanto do próprio professor quanto da escola, que é de grande importância para o desenvolvimento do aluno, pois não é o autista que deve adaptar-se ao ambiente, mas sim o ambiente que deve ser adaptado e receber a educação inclusiva, pois já, há leis que determinam que assim seja.

Objetivos:
Conhecer mais sobre o autismo.
Sensibilizar e discutir sobre como lidar com uma pessoa autista,
Incentivar os alunos a buscarem mais informações sobre o Transtorno do Espectro Autista”
Promover a inclusão de forma efetiva

Metodologia:
Assistir o filme “ Uma viagem inesperada” com os alunos
Promover um debate direcionado com perguntas como: O que mais chamou a atenção de vocês no filme apresentado? Vocês já tinham ouvido falar do Autismo?Vocês conhecem alguém que possua o espectro do autismo?O que vocês acham que podem fazer para ajudarem o aluno autista em sala de aula?
Discutir em sala de aula como os pais podem melhorar na hora de cuidar dos filhos com autismo .
Pedir aos alunos que façam uma sinopse ou resumo do filme
Montar em sala de aula um discurso com os alunos sobre preconceitos em relação ao autismo.

Assistir o vídeo: Autismo, entenda de forma simples
Com uma música calma e relaxante, o líder deve induzir os participantes a pensar em sentimentos e emoções positivas, conectando-se com o seu melhor.
Depois, o líder deve pedir para que todos troquem abraços e falem uma palavra positiva a seus colegas. Dessa forma, todos se sentirão bem consigo mesmos e com os outros.

Avaliação:
 participação e motivação dos alunos, produção escrita, produção oral.

Referências:
DELFRATE, C.B; SANTANA, A.P. O; MASSI, G.A. A aquisição de linguagem na criança autista: um estudo de caso. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 14, n. 2, p. 321-331, abr./jun. 2009.

CAMARGO, S.P. H; BOSA, C. Competência Social, Inclusão escolar e Autismo: Revisão Critica da Literatura. Psicologia e Sociedade. Porto Alegre. Pag. 65 a 79.

SAAD, A.G. F; GOLDFELD, M. A ecolalia no desenvolvimento da linguagem de pessoas autistas: uma revisão bibliográfica. Pró-Fono Revista de Atualização Científica. 2009 jul-set; pag.255 a 260.

COELHO, A.C. C; LEMMA, E.P; HERRERA, S.A.L. Relato de caso – privação sensorial de estímulos e comportamentos artísticos.  Rev. Soc. Brás. Fono. 2008; pag.75-81.




quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Atividade para Auto Conhecimento: Alunos com Altas Habilidades


Nessa atividade será realizado um jogo previamente confeccionado de acordo com as seguintes orientações:

1-Encape uma caixa de sapato ou de papelão com papel fantasia e, no local da tampa, coloque não tecido com um espaço que caiba a mão dos/das alunos/as.

2- Recorte fichas de cartolina em tamanhos iguais com medida 8x8cm. Essas fichas deverão conter perguntas desafiadoras aos/as alunos/as que testem os conhecimentos gerais dos/das mesmos/as. Sugere-se perguntas de nível de conhecimento superior ao que os/as alunos/as estejam. Pode-se elaborar questões de diferentes áreas de conhecimento como geografia, matemática, história, língua portuguesa, artes, língua estrangeira, dentre outras.

Para isso, você poderá solicitar auxílio de seus/as colegas professores/as, caso julgue necessário.  Além de perguntas, as fichas poderão conter ainda solicitações de ações que deverão ser realizadas pelos/as participantes como por exemplo: a) execute uma canção na flauta; b) recite uma poesia de Manoel Bandeira; c) monte uma maquete com os materiais disponíveis; dentre outras.

1º momento: Convide os/as alunos/as para participarem do "JOGO DO DESAFIO":

Como jogar: A caixa deverá ser passada de mão em mão sendo que, ao sinal do/a professor/a, ela será aberta pelo/a aluno/a que estiver segurando-a no momento. O/a aluno/a deverá colocar a mão dentro da caixa e retirar uma ficha que deverá ser lida e a ação executada ou a questão respondida.

2º Momento: Após uma rodada completa, explorar com os/as alunos/as: Como foi participar desse jogo? Foi difícil

3º Momento: Convide os/as alunos/as para se sentarem no chão para ouvirem a história de Mozart


4º Momento: Explore o livro com os/as alunos/as: Vocês já conheciam Mozart? Na sua percepção Mozart tinha altas habilidades ( explicar aos alunos o que é Altas Habilidades) ? Justifique sua resposta.
Professor/a, os livros da coleção Crianças Famosas contam episódios da infância dos maiores músicos, pintores e escritores da história revelando de forma lúdica como era a vida dessas crianças com altas habilidades.

Atividades para Disléxicos




Aprendendo matemática com a música


Projeto: Aprendendo matemática com a música


Objetivo Geral: criar um ambiente livre de tensões para facilitar a sociabilização e a aprendizagem de conteúdos matemáticos.

Público: Alunos da Sala de Recursos multifuncional- Séries Finais e Iniciais

Encaminhamentos pedagógicos:
Apresentar aos alunos os diferentes ritmos, sons variados, para que possam se familiarizar com a música. Depois de ouvirem demonstrações, na prática, do som, ritmo, harmonia e melodia na música, para enriquecer , acrescentar o encaminhamento pedagógico apresentado no link http://pt.slideshare.net/Ant84/atividades-de-matematica-desenvolvidas-na-5-serie que relaciona a música em relação às frações e desenvolvem a coordenação motora, ritmo e atenção., realizando as atividades práticas sugeridas.
Outro encaminhamento  realizar  atividades utilizando a bandinha rítmica que possui a Sala de Recursos. Para isso adaptar ao meu trabalho pedagógico o projeto: Bandinha Rítmica, apresentado no endereço eletrônico:http://www.cecsantarita.com.br/infantil/Arq_inf/Projetos/bandinha.pdf
Para tornar a aula mais interessante , acrescentar também atividades práticas como disposto no site : http://pt.wikihow.com/Fazer-um-Instrumento-Musical-Simples que possui os passos para aprender como fazer uma bateria, um chocalho, uma flauta, um xilofone e um pau-de-chuva . Você pode fazer instrumentos com as próprias mãos usando materiais naturais e itens domésticos.
Acrescentar as atividades dispostas no site: http://www.profcardy.com/cardicas/musical.php
Com a ajuda dos professores de Arte, ensaiar uma música simples como por exemplo “ atirei o pau no gato”, ou “ parabéns pra você” para ser apresentada na escola pelos alunos envolvidos no projeto e possibilitaria e efetivo aprendizado dos conteúdos planejados

Avaliação e resultados esperados:
De forma motivadora avaliar o nível de descobertas, participação, cognitivo, social e o afetivo dos alunos
O trabalho desenvolvido contribuirá para que o aluno da sala comum e que frequenta a SRM alcance um excelente rendimento de aprendizagem em todas as áreas do conhecimento.


iNTERPRETAÇÃO DE TEXTO -(9ºano)

Namoro precoce entre jovens gera discussão entre pais e filhos 

Toda menina que enjoa da boneca é o sinal que o amor já chegou ao coração”. Essa famosa música de Luiz Gonzaga tem sido uma realidade na vida de muitos adolescentes. Meninos e meninas entre 12 e 16 anos têm entrado em relacionamentos sérios cada vez mais cedo. E o dia 12 de junho será o primeiro Dia dos Namorados para muitos deles.
Laryssa Oliveira, de 12 anos e Matheus Henrique, de 14 anos, estão juntos há 6 meses. Esse é o primeiro namoro do casal e consequentemente será a primeira vez que os pombinhos vão comemorar o Dia dos Namorados. A estudante diz que preferiu contar logo para a mãe sobre o início do relacionamento com Matheus.
“Conheci ele na igreja que estou frequentando. Começamos a namorar e desde então percebi que estava rolando alguma coisa entre a gente. Sou bastante próxima da minha mãe e não quis esconder essa situação dela. Mesmo sendo muito nova, minha mãe aceitou o namoro e estamos bem juntos, não me arrependo de ter aberto o jogo. Hoje, namoro em casa e não preciso esconder nada de ninguém”, conta Oliveira.
Adaptado de www.g1.globo.com

RESPONDA ÀS PERGUNTAS REFERENTES AO TEXTO

1) A palavra precoce presente no título do texto é um adjetivo. Qual o sentido dela?
R:
2) O que o autor quis dizer com o trecho da música que inicia o texto?
R:
3) Qual foi a atitude da menina logo que começou a namorar?
R:
4) Onde foi que os namorados conheceram-se?
R:
5) Comente o que você achou da atitude da Laryssa sobre o namoro.
R:
6) A palavra que inicia o texto “Toda” poderia ser substituída por qual alternativa abaixo sem erro gramatical ou mudança de sentido?
a) Qualquer
b) Mesma
c) Outra
d) Nenhuma
e) Todas

7) De acordo com o texto, qual é a idade em que jovens começar a namorar sério cada vez mais cedo?
a) Qualquer idade.
b) Com mais de 16 anos.
c) De 12 a 16 anos.
d) De 13 a 17 anos.
e) A partir dos 13 anos.

8) “Conheci ele na igreja que estou frequentando”. De quem é essa fala?
a) Luiz Gonzaga.
b) Matheus.
c) Henrique.
d) Laryssa.
e) O autor do texto.
9) A criação deste texto surgiu com a intenção de publicar o quê?
a) Uma redação escolar.
b) Uma receita de bolo.
c) Um livro com uma história de amor.
d) Uma biografia.
e) Uma notícia.

10) Podemos entender que Laryssa e Matheus costumam se encontrar onde?
a) Somente na escola onde estudam.
b) Na igreja e na escola.
c) Na fazenda do avô de Matheus.
d) Na casa de Laryssa e na escola.
e) Na igreja e na casa de Laryssa.

PROVAS PIAGETIANAS . COMO APLICAR?






COMO UTILIZAR AS PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET?

PROVA 01 – CONSERVAÇÃO DE PEQUENOS CONJUNTOS DISCRETOS DE ELEMENTOS
Pedir que o aluno escolha uma das coleções de fichas e as coloque lado a lado formando uma fila. Fazer em baixo a mesma fila com as fichas de outra cor. Perguntar ao aluno se estas filas tem a mesma quantidade. De acordo com a resposta da criança, separar as fichas da fila de baixo.
Perguntar se as duas filas possuem a mesma quantidade. Porque? Onde tem mais? Onde tem menos?
Para uma resposta conservativa perguntar: se esta linha está mais comprida, será que ela tem mais fichas?
Para uma resposta não conservativa perguntar: você se lembra que antes as duas fileiras tinham a mesma quantidade? O que você acha agora?
Após dar as fichas vermelhas para o aluno e ficar com as azuis. Perguntar: Quantas fichas eu tenho na mão? Responda sem contar. Como você sabe?
AVALIAÇÃO DA PROVA:
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 4 OU 5 ANOS) – o aluno não conserva a noção quando modificada e poderá ou não resolver a questão de quantidade.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (ENTRE 5 E 6 ANOS) – o aluno consegue conservar quando há a troca mas vacila na resposta e não justifica o porque. Consegue resolver a questão da quantidade.
NÍVEL 3 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (APÓS 6 ANOS) – tem noção de identidade (tem o mesmo, não tirou e não botou nada), tem noção de reversibilidade (se esticar não muda) e tem noção de compensação (uma está com as fichas mais perto e o outro com as fichas mais longe).

PROVA 02 – CONSERVAÇÃO DE QUANTIDADES DE LÍQUIDOS – TRANSVASAMENTO
Fazer a criança constatar que os recipientes a serem usados são iguais. Colocar a mesma quantidade de líquido em duas garrafas iguais e pedir que ela coloque esta quantidade em dois copos diferentes.
Perguntar para a criança se ela beber o que há no copo 1 e no copo 2 estará bebendo a mesma quantidade?
Modificar a atividade para o uso de copos iguais e de garrafas diferentes. Colocar a água em dois copos iguais e passar para duas garrafas diferentes. Fazer a mesma pergunta novamente.
AVALIAÇÃO DA PROVA:
NÍVEL 1 – JULGAMNETOS OSCILANTES ENTRE CONSERVAÇÃO E NÃO CONSERVAÇÃO (ENTRE 5 E 6 ANOS) – predomínio da não conservação. Considera-se que tem mais no mais alto, oscilando as suas respostas (hora tem mais e hora tem menos). As justificativas dadas não são claras.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS OSCILANTES ENTRE CONSERVAÇÃO E NÃO CONSERVAÇÃO (ENTRE 6 E 7 ANOS) – oscila nas suas respostas principalmente pela contra argumentação. Melhoram as justificativas mas estas ainda não são bem claras.
NÍVEL 3 – NOÇÃO CONSERVATIVA ( A PARTIR DE 7 ANOS) – realiza a operação, justifica e a resposta é mantida mesmo com a contra-argumentação.

PROVA 03 – NOÇÃO DE QUANTIDADE DE MATÉRIA (QUANTIDADE CONTÍNUA)
Faça as duas bolas de massa de modelar iguais. Pergunte para a criança: se fossem bolos e nos fossemos comer, estas duas teriam a mesma quantidade? O que devo fazer para ficarem iguais?
Agora transforme uma das bolas em uma salsicha. Pergunte para a criança: será que tem a mesma quantidade na bola e na salsicha? Como você sabe? A salsicha é mais comprida que a bola? Ela tem a mesma quantidade? Você não lembra que as bolas tinham a mesma quantidade? O que você acha agora?
E se eu transformar a salsicha em uma bola agora elas ficam iguais? E se eu fizer a salsicha de novo? Agora vou fazer bolas pequenas. Elas ficam com a mesma quantidade?
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 5 ANOS) – não consegue conservar quando muda a bola, mesmo com a contra argumentação.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (ENTRE 5 E 6 ANOS) – julga igual ou diferente, mas muda com a contra-argumentação. As justificativas não são claras.
NÍVEL 3 – CONSERVAÇÃO (A PARTIR DOS 7 ANOS) – realiza a conservação e justifica.

PROVA 04 – CONSERVAÇÃO DE COMPRIMENTO
Mostrar duas fitas, sendo uma larga e outra estreita. Perguntar para o aluno: se na estrada A a gente vai caminhar a mesma coisa que na estrada B? a estrada A é menos comprida, mais comprida ou a mesma coisa que a estrada B?
Deforme as fitas e pergunte se a formiguinha vai caminhar a mesma coisa se caminhar nestas duas estradas? Depois faz o mesmo fazendo curvas.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 6 ANOS) – quando transformadas as fitas não conserva e não justifica.
NÍVEL 2 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (APÓS 7 ANOS) – conserva e justifica.

PROVA 05 – CONSERVAÇÃO DE PESO
O professor utiliza a balança mostrando, com o auxílio de diferentes materiais, como é o uso de uma balança. O examinador dá, para o aluno, dois pedaços de massa de modelar e pede para que faça duas bolas. Usa a balança para mostrar o peso. Depois transforma uma das bolas em uma salsicha. Pergunta: você pensa que a salsicha pesa a mesma coisa que a bola ou é mais pesada? Depois transforma a bola em mini pizza e depois em pedaços de 8 a 10 bolas pequenas. Sempre pergunta o que pesa mais.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – NOÇÃO NÃO CONSERVATIVA (6 A 7 ANOS) – o peso é julgado mais ou menos pesado em cada transformação e ele não sabe justificar o porque.
NÍVEL 2 – NOÇÃO INTERMEDIÁRIA (7 ANOS) – os julgamentos oscilam entre a conservação e na não conservação.
NÍVEL 3 – NOÇÃO CONSERVATIVA (A PARTIR DE 8 ANOS) – os pesos são julgados iguais e sabe justificar o porque.

PROVA 06 – CONSERVAÇÃO DE VOLUME

O professor leva o aluno a constatar a mesma quantidade de água nos dois copos usados. Depois pede que ele faça duas bolas iguais, que tenham a mesma quantidade.
Depois pergunta: se você puser esta bola dentro do vidrinho o que acontecerá com a água lá dentro? Porque você acha isto? Se colocarmos a água no outro vidrinho, a água subirá o memso que este, mais, ou menos?
Depois ele transforma uma das bolas em uma salsicha e faz o gesto de colocá-la no vidro. Pergunta: se eu coloco esta salsicha aqui a água subirá a mesma coisa que no outro copo, mais ou menos? Faz o mesmo procedimento com a mini pizza e as 8 a 10 bolinhas pequenas.
AVALIAÇÃO
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (8 A 9 ANOS) – o peso varia conforme a justificativa dada e muitas vezes não consegue justificar.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (10 ANOS) – as respostas variam de acordo com a noção de não conservação e de conservação e consegue justificar com confiança mesmo que esteja errado.
NÍVEL 3 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (11 A 12 ANOS) – demonstram a noção de conservação e justificam as suas colocações.
PROVA 07 – MUDANÇA DE CRITÉRIO (DICOTOMIA)
Distribuir aos alunos fichas azuis e vermelhas, redondas e quadradas, pequenas e grandes. O examinador coloca as fichas na mesa e pergunta para o aluno o que ele está vendo.
Você pode juntar todas as fichas que combinam? Ponha junto todas que são iguais. Ponha junto todas que tem alguma coisa igual. Ponha junto as que se parecem. Porque você as colocou assim?
Agora gostaria que você fizesse apenas dois grupos. Porque você colocou assim? Como a gente poderia chamar este monte? E este aqui?
Será que você poderia arrumar em dois grupos diferentes destes? Após tentar uma  terceira  classificação.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – COLEÇÕES FIGURAIS (4 A 5 ANOS) – classificam por uma característica, mudando o critério e não utilizando todas as possibilidades.
NÍVEL 2 – INÍCIO DA CLASSIFICAÇÃO (5 A 6 ANOS) – faz classificações por critérios diferentes, mas não antecipa o uso dos critérios.
NÍVEL 3 – DICOTOMIA SEGUNDO TRÊS CRITÉRIOS (APÓS 7 ANOS) – realiza a classificação nos três critérios e antecipa o uso destes.

PROVA 08 – QUANTIDADE DA INCLUSÃO DE CLASSES
Verificar se a criança conhece o nome das flores a serem usadas. Quais os nomes das flores que você conhece? Perguntar das margaridas e rosas.
Perguntar se neste ramo há mais margaridas ou rosas? Dizer que você precisa de um ramo só de margaridas e pedir que o aluno separe. Perguntar qual o ramo que tem mais, o de margaridas ou o de rosas? Porque? Se eu dou para você as margaridas o que fica no outro ramo? Eu vou fazer um ramo só de margaridas e você fica com as rosas. Quem vai fazer o ramo maior? Como você sabe?
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – AUSÊNCIA DE QUANTIFICAÇÃO INCLUSIVA (5 A 6 ANOS) – identifica que há mais margaridas do que rosas mas erra na subtração das classes.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INETERMEDIÁRIAS ( 6 A 7 ANOS) – hesita nas respostas e se confunde na contra-argumentação.
NÍVEL 3 – EXISTÊNCIA DE QUANTIFICAÇÃO INCLUSIVA (A PARTIR DOS 7 OU 8 ANOS) – responde corretamente a todas as questões.

PROVA 09 – INTERSECÇÃO DE CLASSES
Coloque o círculo da prova com as fichas redondas amarelas no meio da junção dos dois círculos. Por fora deixe as redondas vermelhas e as quadradas vermelhas e amarelas.
Perguntar porque o aluno acha que eu deixei as redondas amarelas no meio. Há mais fichas vermelhas ou amarelas? Há mais fichas quadradas ou redondas? Há mais fichas redondas  do que amarelas? Há a mesma coisa, mais ou menos fichas quadradas do que amarelas? Como é que você sabe? Você pode me mostrar? O que tem no círculo preto? E no azul?

AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – SEM NOÇÃO DE INTERSECÇÃO (4 A 5 ANOS) – responde as perguntas em separado, mas não compreende a intersecção e a inclusão.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS ( 6 ANOS) – faz repetições e pode dar algumas respostas corretamente.
NÍVEL 3 – NOÇÃO DE INTERSECÇÃO (7 A 8 ANOS) – dá respostas corretas.

PROVA 10 – SERIAÇÃO DE BASTONETES
Dá o material em desordem para que ele monte. Pedir que ele faça uma escadinha com o material, colocando-os do maior ao menor. Se ele não souber demonstrar com três pauzinhos. Pedir que o aluno feche os olhos e retirar um dos bastonetes. Depois pedir para o aluno recolocar no local correto.
Dizer que ele vai lhe dar um bastonete de cada vez para você fazer uma escadinha no papelão.

AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 -  AUSÊNCIA DE SERIAÇÃO (3 A 5 ANOS) – de 3 a 4 anos existe a ausência de série e não compreende a proposta. De 4 a 5 anos faz série de 3 a 4 bastões, se confunde com o todo e não consegue intercalar os outros.
NÍVEL 2 – CONDUTA INTERMEDIÁRIA (5 A 6 ANOS) – compara cada bastão para fazer a série.
NÍVEL 3 – ÊXITO OBTIDO POR MÉTODO OPERATÓRIO (7 anos em diante) –antecipa os critérios e realiza corretamente as atividades.
PROVA 11 – PROVA DE COMBINAÇÃO DE FICHAS DUPLAS PARA PENSAMENTO FORMAL
Pedir que o aluno faça, com estas fichas, o maior número de combinações possíveis. Tente fazer com as fichinhas todas as duplas que puder, não pode repetir. É valida fazer a combinação visual com um par.
Cores das fichas – vermelho, azul, verde, amarelo, laranja, preto.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – AUSÊNCIA DE CAPACIDADE COMBINATÓRIA (11 ANOS) – não consegue fazer muitas combinações e não estabelece critérios.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (12 ANOS) – faz combinações mas não consegue prever o número total de combinações.
NÍVEL 3 – CONDUTAS OPERATÓRIAS (13 ANOS EM DIANTE) – chega a descobrir até 30 duplas e justifica suas combinações.
PROVA 12 – PERMUTAÇÕES POSSÍVEIS COM UM CONJUNTO DETERMINADO DE FICHAS
Procurar fazer o mesmo exercício anterior com o uso de quatro fichas simultaneamente.
Avaliação é a mesma.

MATERIAL PARA AS PROVAS DE PIAGET
PROVA 1 – 20 fichas de papelão grosso sendo dez azuis e 10 vermelhas.
PROVA 2 – 2 garrafas plásticas de água mineral e dois copos de tamanho diferente.
PROVA 3 – duas massas de modelar de pote
PROVA 4 – duas fitas de 15cm e 10cm.
PROVA 5 – uma balança e duas massas de modelar de pote.
PROVA 6 – 2 vidros com água e duas massas de modelar.
PROVA7 – 6 círculos azuis de 25mm, 6 círculos vermelhos de 50mm, 6 quadrados azuis de 50mm, 6 quadrados vermelhos de 25mm, 1 tampa de caixa de papelão e 2 caixas baixas.
PROVA 8 – 1 ramalhete com 10 margaridas e 3 rosas.
PROVA 9 – 5 fichas redondas amarelas, 5 fichas quadradas amarelas, 1 folha de papelão com dois círculos interligados sendo 1 preto e o outro azul.
PROVA 10 – bastonetes graduados de 16 a 10 cm com intervalo de 0,6 entre cada bastão e 1 anteparo de papelão.
PROVA 11 – 6 FICHAS DE CORES DIFERENTES.